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Perguntas Frequentes

Sim. Muitas pacientes têm endometriose de forma assintomática e descobrem a existência da doença ao encontrarem dificuldades para engravidar. As mulheres que apresentam sintomas, geralmente, queixam-se de cólicas menstruais intensas, distensão abdominal e dores na relação sexual, ao evacuar ou ao urinar.

A endometriose não possui cura, mas existem tratamentos adequados com foco no alívio dos sintomas, na prevenção da evolução do quadro ou para uma possível gravidez planejada. Por isso, é fundamental que todas as mulheres acometidas pela endometriose sejam acompanhadas pelo especialista regularmente. Lembre-se: somente o médico poderá determinar o tipo de tratamento necessário para o seu caso, que pode ser medicamentoso, por meio de cirurgia ou realizado pela combinação de ambos.

Embora as duas apresentem sintomas semelhantes, a principal diferença é que na endometriose, as células crescem fora do útero, enquanto na adenomiose, as células se desenvolvem no músculo uterino. Ambas podem prejudicar a fertilidade, precisam de investigação detalhada e tratamento adequado para que a gestação ocorra quando a mulher desejar. Além da dificuldade para engravidar, outros sintomas comuns às duas condições são: cólicas fortes, fluxo menstrual intenso, coágulos, dor na relação sexual, entre outros.

Muitas pessoas acham que ter endometriose significa ser infértil, devido às dificuldades que algumas mulheres passam para engravidar. Mas existem tratamentos que permitem uma gravidez segura às mulheres que têm essa condição, a depender do estágio em que se enquadra. Há quatro níveis de classificação da endometriose, que variam de leve à grave. Quanto mais severo for o quadro, maiores serão as dificuldades para engravidar.

A histeroscopia pode ser indicada para fins cirúrgicos ou para diagnóstico, já que permite uma visualização ampliada do colo uterino e do útero. Por ser um método minimamente invasivo, as complicações são muito raras e a recuperação bastante rápida. O procedimento é indicado para pacientes com suspeita ou já diagnosticadas com pólipos endometriais e cervicais, miomas, malformações uterinas e aderências, sangramento uterino anormal, infertilidade, investigação de abortos espontâneos, dentre outros.

Os procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos proporcionam diversos benefícios para as pacientes, tais como: maior segurança, menor tempo de exposição à cirurgia, menores incisões e rápida recuperação pós-cirúrgica. Geralmente, são indicadas para o tratamento de endometriose, cistos de ovário, retirada de miomas, histeroscopia, histerectomia, laqueadura e para alguns tipos de câncer em estágio inicial, como o de endométrio, de ovário e do colo do útero.
Muitas pessoas confundem miomas e pólipos, duas doenças que comprometem o sistema reprodutor feminino. Mas cada um deles possuem características próprias e riscos diferentes à saúde da mulher. O pólipo uterino é constituído pelo tecido da mucosa e se instala dentro do útero, possuindo um aspecto semelhante ao de uma verruga. Tem como fatores de risco o diabetes, problemas de tireoide e a presença de cistos mamários. Já o mioma uterino se apresenta como tumores, na maior parte dos casos benignos, que se formam a partir das fibras musculares do útero, com aparência de nódulo esbranquiçado e consistência firme. As mulheres mais propensas a desenvolverem miomas são as portadores de hipertensão e obesidade.

A infecção pelo HPV pode se manifestar pela presença de verrugas e/ou lesões no colo uterino, ou sem o aparecimento desses sinais, ou seja, quando ocorre a infecção latente. Quando a mulher apresenta lesões pelo HPV, o risco de transmissão se torna maior. Outro ponto importante sobre o vírus é que o tratamento das lesões não representa a eliminação das chances de transmissão, embora as chances diminuam, devido a redução do quantitativo de vírus presente na mulher. Por isso, ao ser diagnosticada com o HPV, o seu parceiro também deve procurar assistência médica e, se preciso, iniciar o tratamento.

A colposcopia é um exame seguro e indolor para grande parte das mulheres. Algumas pacientes relatam um leve desconforto ou cólica durante e após o procedimento, mas depende da sensibilidade de cada pessoa. O exame dura cerca de 15 a 20 minutos e é indicado para identificar lesões que antecedem o câncer do útero ou a própria doença já instalada. Também é recomendado para pacientes com dor pélvica, pólipos sangramentos e verrugas no colo do útero causadas pelo HPV. 

Muitas doenças que acometem à saúde da mulher poderiam ser evitadas com a realização do check-up anual, uma vez que os exames preventivos são capazes de rastrear muitas doenças em estágio bastante inicial. Além de eliminar as possibilidades de evolução da doença, o diagnóstico precoce aumenta as chances de eficácia dos tratamentos e, consequentemente, de cura. Além do Papanicolau e do ultrassom das mamas, existem exames complementares que poderão ser solicitados pelo médico para um diagnóstico preciso, tais como a colposcopia, vulvoscopia, ultrassom transvaginal, mamografia, ultrassom da tireoide, além da densitometria óssea, que deve ser feita anualmente após a menopausa.

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